Abrigos de cais

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Os abrigos de cais Inkema ajudam a vedar o espaço entre o camião e o edifício, reduzindo as perdas de temperatura e a entrada de pó ou chuva.

São utilizados sobretudo em armazéns refrigerados, na indústria alimentar e em centros logísticos onde o controlo ambiental faz a diferença. Fabricamos abrigos retráteis, insufláveis, de espuma e fixos, cada um concebido para um determinado tipo de tráfego ou veículo.

Também melhoram a durabilidade do cais, uma vez que reduzem o desgaste do nivelador de cais e proporcionam maior segurança durante a manobra.

São um complemento direto para qualquer ponto de carga com exigências térmicas.

A escolha depende principalmente do tipo de veículo, da frequência de utilização e do nível de estanquidade necessário.

Os abrigos retráteis, como o ABRE, são comuns em plataformas com tráfego variado e manobras frequentes. Os modelos insufláveis ABHM são utilizados quando o isolamento térmico e a higiene são prioritários. Para logística refrigerada existem soluções específicas, como os modelos ABFR, ABFE e ABFM, enquanto o abrigo fixo ABFI é habitualmente instalado em operações repetitivas com veículos homogéneos.

O abrigo retrátil incorpora uma estrutura flexível que absorve pequenos erros durante a manobra e se adapta melhor a veículos de diferentes dimensões.

O abrigo fixo permanece imóvel e foi concebido para instalações onde os veículos realizam manobras muito repetitivas e controladas. Modelos como o ABFI são comuns em centros industriais com tráfego constante e posições de carga estáveis.

É recomendável instalar um abrigo insuflável quando a prioridade absoluta do projeto é garantir a estanquidade térmica e higiénica.

O modelo ABHM insufla-se automaticamente em redor da carroçaria do camião, bloqueando completamente as infiltrações de ar, pó ou humidade provenientes do exterior. É a solução habitual nos setores farmacêutico e alimentar e em centros logísticos de produtos congelados onde não são permitidas variações de temperatura.

Para a logística refrigerada, recomendam-se os abrigos das séries ABFR, ABFE e ABFM, concebidos especificamente para minimizar as perdas de frio.

Em armazéns com elevados requisitos, estas soluções são habitualmente integradas num sistema combinado com túneis isotérmicos e niveladores de cais de lábio telescópico. Desta forma, é criada uma vedação hermética antes de abrir as portas do camião, protegendo continuamente a cadeia de frio.

Sim, reduzem drasticamente o consumo energético ao vedar o espaço crítico entre a carroçaria do camião e o edifício.

Ao evitar a troca de ar com o exterior durante as operações de carga e descarga, reduzem o esforço dos sistemas de climatização do edifício. Além disso, funcionam como uma barreira física contra o vento, a chuva e a sujidade no cais.

A diferença é que o abrigo efetua a vedação de contacto com o veículo, enquanto o túnel é a estrutura exterior que aloja todo o ponto de carga.

O abrigo de cais é instalado diretamente na fachada do edifício. Por outro lado, o túnel isotérmico projeta o cais para o pátio de manobras, permitindo manter o edifício completamente isolado. São soluções complementares que costumam ser combinadas em instalações de frio extremo.

Faz sentido em projetos com limitações significativas de espaço no pátio de manobras ou com condicionantes arquitetónicas específicas.

Ao contrário dos modelos convencionais, o abrigo ao nível da fachada ABFA integra-se diretamente no vão do edifício sem se projetar para o exterior. Cumpre a função de proteção e estanquidade sem ocupar a zona de circulação dos camiões e é habitual em vãos de grandes dimensões.

Sim. Além de protegerem a mercadoria da chuva ou da sujidade, ajudam a definir visualmente o ponto de aproximação do veículo.

Nos modelos retráteis, como o ABRE, a própria estrutura pode absorver pequenos impactos durante a manobra, reduzindo os danos tanto no abrigo como na carroçaria do camião.

A manutenção preventiva deve centrar-se na verificação do desgaste das lonas superiores e laterais devido ao contacto contínuo com os veículos.

É necessário inspecionar periodicamente o estado das uniões, das fixações à parede e dos elementos elásticos da estrutura retrátil. No caso do modelo insuflável ABHM, é também fundamental verificar o motor de insuflação e a integridade das bolsas de ar para garantir o seu correto funcionamento.